domingo, 24 de outubro de 2010

Joâo

Já não carrego orgulho nenhum em mim.
E quero viver no vão de minha consciência.
Ancorado, num porto vazio, tal como minha alma.
Esdrúxula, sem ao menos uma gota de ilusão.
Perante um mar, de sonhos, afoguei em desventuras.
Fechei meus olhos e entreguei-me por inteiro.
O amor e cego, mas consegue enxergar, consegue selecionar.
E castiga aqueles que por si não sonham.

E a morte, talvez seja o diagnostico final.
Mas não a morte de um corpo.
A morte de uma alma que deixou de sonhar a tempos.
Um homem simplesmente deixa de viver quando não sonha mais.
Um ser que não sonha não alcança.
Não vive não tem esperança, e se contenta com pouco.

Seu nome?. João.
Não seu nome não era João.
Sua vida não era simples, e nem mesmo tão complicada.
Seus problemas não eram impossíveis.
Sua tarefa o tornou tão melancólico.
Que hoje ele escreve versos como esses, descritos.
João.
Não seu nome não era João.

Thiago Dionísio

sábado, 23 de outubro de 2010

Um homem em nome de uma nação

E se desacreditar for a melhor forma de acreditar, se sonhar for apenas uma inspiração, então foi tudo em vão.

Agente pode ate tentar enganar o tempo, mas a hora tem que chegar sempre tenha um sonho em mente ainda a esperanças.
De um dia você voltar e ter alguém a te esperar, alguém que sempre te amou.
E nem por isso vai deixar de te olhar todos os dias naquele porta-retratos e rezar pra você

Fardados, trajados de homem, na mente um medo inocente.
Corpo de gente grande, coração de criança.
O poder em excesso os corrompe.
A ganância os destrói

O amor vem sempre a frente de um batalhão
Terás vontade de amar de novo?
Ninguém sabe, ou melhor, ninguém se impõe.
A saudade é uma arma que age contra a si próprio.
No meio de uma multidão de estranhos sentirás falta de seu abrigo.

Homens de pele escura
Homens de pele clara
Na fronteira em que os dois cruzam apenas um passa
E agora ira rezar? Ira pedir a um deus a sua vitória
Ira pedir ao criador do mundo a morte do próximo
Quem sabe

O orgulho de carregar no peito um brasão
Ao ser chamado de recruta uma satisfação
Mas quem criou a guerra não guerreia
Pessoas Morrem em vão.

Vocês podem ate tentar enganar o tempo
Mas a hora vai chegar
E nunca deixe de sonhar, ainda a esperanças.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Só não se esqueça de mim.

Pense nisso, naquilo
Inspire nesse, naquele
Vista esse esta bonito
Tire aquele esta ridículo
Faça por fazer
Faça por prazer
Use a formula
Leia o rotulo
Tenha um sonho brilhante
Ou um sonho monótono
So não se esqueça de mim

Eu posso ate não conhecer coisas do amor.
Eu posso ate não ser quem você sempre sonhou.
Mas vou estar aqui, não importa o momento.
Vou estar ao seu lado, na alegria ou no sofrimento.

Se encaixe
Se divirta
De risadas
E repita
Eu sou feliz, não importa o porque.
Voe alto, sonhe alto.
Enxergue alem do que esse horizonte pode te mostra.
Seja firme, seja forte.
E tente não se preocupar
Seja companheiro, seja amigo.
A amizade e a forma mais completa do amor
Esqueça seus inimigos
So não se esqueça de mim

Eu posso ate não conhecer coisas do amor.
Eu posso ate não ser quem você sempre sonhou.
Mas vou estar aqui, não importa o momento.
Vou estar ao seu lado, na alegria ou no sofrimento.


Thiago Dionísio

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Descrevendo um final

Odeio escrever poesias que marcam o final de algo
O final de um filme, de um livro, o final de uma historia de amor.
E hoje descrevo em poucas e singelas palavras, esse fim.
E narrando que seja apenas o começo, de varias outras historias.
Eu digo que não foi fácil chegar ate aqui.
Nada e fácil na verdade, nada é momentâneo.
Mas tudo se vai tão rápido, tudo se perde em uma fração de segundos.
E não importa o que você faça, ou o que você diga, isso não mudara.

Já chorei, já sorri.
Já tentei, já desisti.
Já voltei atrás, e corri atrás.
Já não posso sofrer mais.

Já disse o que tinha para dizer.
E fui correndo ate você
Esperando que você me abraçasse
E te abracei.

Já tentei te entender, já tentei me entender.
Já tentei fugir, já tentei descrer.
Já fiz de meias palavras, um texto.
Já fiz de muitas palavras, um pretexto.

Já me dei por vencido, já perdi.
Mas enxerguei outro caminho, e segui.
Já enxerguei coisas que só eu pude ver.
E fiquei cismado, por não te ter.

Já dei um ponto final nessa historia.
Mais acabei com uma bucólica reticência.
No que se diz, continua.
Mas para mim acabou.

Thiago Dionísio